Meus livros

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Tem solidão verbal esta jovem contista. Ela arma as palavras nas frases com o amor de alguma falta. Cida procura e acha para a sua llinguagem uma unidade sonora e íntima. Louvo este Coração marginal com a sua ternura pelos seres desprotegidos. Cida Sepulveda tem voz própria; vi assim no seu livro de poemas Sangue de romã. Nunca esperei outra coisa de Cida senão o que costumo chamar de Milagre Estético. Sua formosa arte há de ganhar os bons leitores brasileiros.   Manoel de Barros, poeta

 

 

 

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Cida, li de vereda o seu Overdose. Sempre limpa a sua linguagem e sempre o olhar às pequenas misérias e vilanias do pobre ser humano. Quase que eu achei que o livro deveria se chamar Todo amor tem seu dia de punhal. O livro é toda uma golfada de angústia. Louvo seu olhar sempre voltado para os pobres seres. Quero dizer que, para mim, sua linguagem está mais soberba. Todo amor tem seu dia…Me chegou uma impressão que essa frase serviria também para o título do livro. Fiquei tomado pelas historinhas tão massacrantes de seu livro. Meus parabéns!

Manoel de Barros

 

 

Campo Grande, 7.5.2004

Cara poeta

Cida Sepulveda

Recebi e reli o Sangue de Romã. Obrigado pelo presente. Acho que você é uma escolha da natureza para ser poeta. Crítico não sou nem sei. Julgo pelo gostar. Suas letras, sílabas e palavras sabem onde ficar nos versos para criar encantamento e harmonia. Sua linguagem tem sabedoria: é enxuta e sem derrames. Você é um estilo. Obrigado por seus “mistérios que se eu fosse pintar pintaria.

Fraterno abraço,  Manoel de Barros

 

EDUCAÇÃO

Escrito em parceria com a linguista Ângela Kleiman, o livro foi adquirido pelo MEC no Programa Nacional da Biblioteca Escolar – PNBE/2013

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